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Líderes do agro apostam em Flávio para mudanças “já” na política nacional

Três dos principais líderes dos produtores rurais paulistas e do País são unânimes em apostar em vitória de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições do 2º turno marcadas para este próximo domingo (25). Paulo Junqueira preside o Sindicato Rural de Ribeirão, uma das maiores e mais tradicionais regiões produtoras de cana-de-açúcar do Brasil e do mundo, concentrando centenas de milhares de hectares de cultivo e grandes parques de bioenergia.

João Henrique de Souza Freitas é secretário da Agricultura e Abastecimento e vice-presidente do Sindicato Rural de Araraquara, região geográfica conhecida como o Cinturão Citrícola Paulista é a maior região de produção da citricultura do mundo. O Brasil lidera folgadamente a citricultura global, e esse cinturão agrícola específico é o coração dessa força.

Tiago Jacinto, presidente do Sindicato Rural de Presidente Prudente, região tradicional da pecuária de corte e leite, também se destaca fortemente pelo cultivo de cana-de-açúcar e pela produção de batata-doce. O oeste paulista vem passando por um processo de diversificação agrícola, ganhando espaço tanto em culturas de larga escala quanto no fortalecimento da agricultura familiar.

Paulo Junqueira preside o Sindicato Rural de Ribeirão Preto

“Estou engajado na campanha de Flávio Bolsonaro desde o início e integro a caravana que nos últimos dias visitou os Estados do Nordeste e Norte. Os encontros de Flávio com os eleitores em todas as regiões do País emocionam pelo carinho e apoio registrados, principalmente pelos jovens e mulheres. O que temos visto pode ser qualificado como surreal, indescritível. Até porque difere das pesquisas veiculadas pela mídia e que são feitas apenas nas grandes capitais.

Quando saímos desta bolha entendemos a “virada” que Flávio impôs ao candidato do PT no 1º turno. E não tenho nenhuma dúvida, ao contrário até, ele se consagrará como vitorioso nesta que é a eleição mais importante da história brasileira, pois reflete a opção que os eleitores terão em votar na mudança ou na manutenção do status quo imposto por duas décadas de Lula e do petismo, na verdade ou na mentira, na esperança ou na desesperança, na modernidade ou no atraso, na ética ou na antiética, na honra ou na desonra ou da honestidade e da desonestidade.

Duas coisas chamam a nossa atenção nesta campanha: Flávio, além de jovem com experiência consegue agregar ao seu lado um grupo de consultores e apoiadores que vivem a era digital enquanto que Lula e seus aliados permanecem no mundo analógico e ultrapassado.

Ao mesmo tempo a direita formou várias lideranças que se multiplicam e onde se destacam o governador reeleito de São Paulo Tarcísio de Freitas, os governadores do Sul e jovens líderes como Nikolás Ferreira e Lucas Pavanato, dentre tantos outros. Isto faz com que a campanha de Flávio se multiplique em várias vozes e se traduz em uma surpresa positiva.

Já o PT é Lula que nunca se preocupou em formar sucessores e que chega ao final do seu melancólico, triste e ineficaz mandato sem ter estimulado a renovação dos quadros do seu partido. Ora, um líder que não se preocupa em formar sucessores geralmente adota uma postura centralizadora e focada no presente, o que pode comprometer o futuro do seu partido. Talvez resida aí o alto índice de rejeição que Lula vem obtendo.

Outro detalhe importante é o excelente trabalho que vem sendo desenvolvido por Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente e que é nordestino. Em cada chegada às cidades das regiões Norte e Nordeste o carinho dos apoiadores e eleitores têm sido contagiante e nos transmite a confiança da vitória. Regresso à Ribeirão Preto no domingo para votar e em seguida viajo a Brasília para acompanhar o resultado final desta que é a eleição mais importante da história do nosso País.”

João Henrique de Souza Freitas é vice-presidente do Sindicato Rural de Araraquara e secretário municipal da Agricultura e Abastecimento

“Chegamos à reta final do pleito eleitoral que ficará na história do nosso País. Gostaria que os cientistas e analistas políticos bem como os responsáveis pelas pesquisas, apontassem o destino dos votos dos candidatos da chamada terceira-via. Não será surpresa para ninguém se a vitória de Flávio for por diferença maior do que aqueles que são anunciados pela mídia.

A eleição de Flávio terá uma repercussão enorme em todos os setores, com reflexos principalmente na taxa de juros e troca na gestão federal dos “companheiros”  por técnicos competentes. Para a pasta da Agricultura ele deve indicar um ministro que conheça bem o setor e a sua importância não apenas no Brasil mas também para os outros 190 países para o qual exportamos nossos produtos.

Erros cometidos como o da falta de envio de dados da produção do setor de bovinos para a União Europeia como ocorreu no desgoverno Lula farão parte de um passado de triste memória. Como estamos no início do plantio da safra 2026/27 acredito que a vitória de Flávio trará um novo ânimo imediato para os produtores rurais.

Como produtor rural, estou com a documentação para financiamento de plantio desta nova safra parado há mais de 30 dias numa instituição financeira. Eles alegam dificuldades em relação a liberação dos recursos represados pelo governo federal. Ou seja, fizeram festa para anunciar o “maior financiamento do Plano Safra da história”, mas se esqueceram que este governo nos impõe uma taxa de juros das mais altas do planeta e ao mesmo tempo não libera os recursos reivindicados pelos produtores rurais.

A ordem jurídica também será impactada pela eleição de Flávio e a nova composição do Senado deve impor mudanças institucionais que terão reflexo imediato junto aos poderes constituídos. A indicação de novos ministros e mesmo um possível impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal terão repercussão internacional e devem atrair investimentos externos através do conceito pelo de segurança jurídica fundamentada em

estabilidade, previsibilidade e previsibilidade das leis e decisões judiciais.

Esse princípio é um dos pilares do Estado de Direito servindo para evitar a arbitrariedade do poder estatal e proteger a confiança legítima da sociedade nas normas vigentes. O que temos assistido principalmente nas instâncias superiores difere totalmente daquilo que Flávio Bolsonaro e do grupo que o apoia, incluindo nós produtores rurais, quer para o Brasil.

Por fim, Flávio conhece e discorda da visão míope e falsa que Lula tem do agronegócio. Não somos racistas e nem nos ajoelhamos a um governo que não nos respeita. A economia brasileira só cresce junto com o agro. O produtor rural é guerreiro, trabalhador, acorda cedo, enfrenta e vence os desafios. E o desafio de mudança na Presidência da República é um alento e um estímulo para nós, para nossos colaboradores e nossas famílias e para todos os brasileiros.”

Tiago Jacinto é presidente do Sindicato Rural de Presidente Prudente e produtor rural nas regiões de Presidente Prudente, Mato Grosso e Paraguai

“A eleição deste domingo será o divisor de águas de um Brasil dividido e representa o futuro do País. Temos o direito de escolher entre a mudança e a manutenção do ciclo de um único líder que usa seu partido para se manter no poder. Ou o Brasil começa a se reorganizar para avançar nos índices econômicos e sociais ou permanece dividido e nos tornamos um país favelado como a Venezuela e a Bolívia, como tantos outros.

Flávio Bolsonaro representa a prosperidade, a mudança consciente e responsável. Seu opositor carrega consigo a imagem de carrancudo e defensor da velha política, divisionista, que empurrou o principal setor produtivo da nação para o limbo. O agro vive a pior crise da sua história e passa por dificuldades pela teimosia de um presidente irresponsável que ofende e agride aos produtores rurais quando os chama de fascistas e sugere que se ajoelhem ele.

Temos a maior taxa de juros do planeta conforme levantamento da MoneYou e da Lev Intelligence em setembro de 2026:

  • Agronegócio: financiamento mais oneroso para custeio, máquinas e expansão da produção.
  • Empresas: crédito caro, investimento menor e custos tributários elevados.
  • Consumidores: prestações mais caras e impostos embutidos nos preços.
  • Governo: maior despesa com juros da dívida pública, reduzindo o espaço fiscal para outras despesas.

A vitória de Jair Bolsonaro traz o Brasil de volta para o cenário mundial proporcionando clima favorável para receber elevado grau de investimentos na medida em que temos a oferecer segurança jurídica a uma taxa de juros mais baixa e reais com os padrões mundiais. A taxa de juros estratosférico que temos resulta da gastança irresponsável e irrefreável de Lula e do seu desgoverno.

O próximo presidente da República poderá indicar pelo menos 3 a 4 ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF), podendo esse número ser ainda maior pois com a nova formação do Senado já se discute o impeachment de magistrados que praticam o ativismo judicial que é a postura em que o Poder Judiciário — especialmente tribunais superiores como o Supremo Tribunal Federal — assume um papel proativo e expansivo, indo além da simples aplicação da lei para criar normas, preencher lacunas legislativas ou redefinir decisões tomadas por outros poderes.” (Da Redação, 23/10/26)

Fonte: https://www.brasilagro.com.br/conteudo/lideres-do-agro-apostam-em-flavio-para-mudancas-ja-na-politica-nacional-.html

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